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domingo, 1 de abril de 2012

#7 - Tico Santa Cruz, Músico

O Emo Killers do clipe "Chama os Muleques" é um dos principais defensores da legalização da da maconha no meio artístico.  No Palco Mundo do Rock in Rio ele agitou a massa ao dizer que "prefere conviver com um maconheiro honesto do que um bandido de terno e gravata!"

 

"Ninguém se pronuncia. Nem os intelectuais, nem os artistas, nem os usuários célebres. A grande maioria simplesmente finge que esse assunto não é seu , enquanto fuma seus baseados com tranqüilidade", disse Tico no seu site.

 

Vale lembrar que ele botou a cara na Marcha da Maconha do ano passado e a TV Hempadão captou esse momento, se liga:

 

#6 - Sidarta Ribeiro, Biólogo e Doutor em Neurociência e Comportamento Animal

Outra personalidade com um currículo acadêmico de respeito. É Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade de Brasília (1993), Mestre em Biofísica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1994), Doutor em Neurociências e Comportamento Animal pela Universidade Rockefeller (2000) com Pós-Doutorado em Neurofisiologia pela Universidade Duke (2005). Atualmente é Professor Titular de Neurociências da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e Diretor do Instituto do Cérebro da UFRN.

 

Em parceria com Renato Malcher, Sidarta é autor do livro "Maconha, Cérebro e Saúde", que explica de forma bem didática a história do uso medicinal da maconha, suas múltiplas aplicações na medicina moderna e os problema que a cannabis pode causar aos usuários.

 

A galera do LaroR fez uma entrevista interessante com ele, veja:

 

# 5 - Rodrigo Mac Niven, Cineasta

Rodrigo é diretor do documentário Cortina de Fumaça, que explora a questão das drogas, com grande destaque para maconha do ponto de vista histórico, medicinal e político. A ideologia proibicionista é desmascarada de forma brilhante com uma série de entrevistas com personalidades do meio acadêmico, jurídico e científico, além de apresentar os modelos progressitas de política de drogas na Europa.

 

"Discutir um assunto de forma honesta, levando em consideração fatos científicos não pode ser apologia. Aliás, apologia, pra mim, é censura mascarada de “boas intenções”. Exemplo clássico do “lobo vestido de cordeiro”. Quem vai dizer o que posso ou não conversar na mesa de bar? Assim acontece nos regimes totalitários. Na raiz está a ideia de apologia, que na verdade, traduzindo honestamente, é proibir alguém de falar sobre determinado assunto. Isso, pra mim, é censura e ponto. Deixe que as pessoas “censurem” as coisas naturalmente. Isso acontece a todo momento quando escolhemos que livros iremos ler, que programas veremos na TV, etc."

 

Trailler do filme Cortina de Fumaça:

 

#4 - Renato Malcher, Biólogo e Doutor em Neurociência

O currículo do cara merece todo respeito: É bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade de Brasília (UnB, 1993), onde também concluiu seu mestrado em Biologia Molecular (1997), é doutor (Ph.D) em Neurociências pela Universidade Tulane (New Orleans, EUA) (2005). Fez pós-doutorado em Neurofisiologia pela Ecole Polytechinique Fedérále de Lausanne (Suíça) (2006) e pós-doutorado em bioquímica analítica, pelo laboratório de espectrometria de massa da EMBRAPA Recursos Genéticos e Biotecnologia, Brasília (2007-2009) .

 

Em parceria com Sidarta Ribeiro, Malcher é autor do livro "Maconha, Cérebro e Saúde", que explica de forma bem didática a história do uso medicinal da maconha, suas múltiplas aplicações na medicina moderna e os problema que a cannabis pode causar aos usuários.

 

Participação do Malcher no programa 3a1:

#3 - Renato Cinco, Ativista e Militante do PSOL

Ativista de longa data, Renato Cinco é um dos nomes mais conhecidos na luta pela legalização da Maconha. Já foi candidato a deputado federal pelo PSOL-RJ e por muito pouco não conseguiu um espaço para a causa canábica na Câmara dos Deputados.

 

"A guerra as drogas é um instrumento de controle social muito interessante para a burguesia. Ela oferece um discurso que legitima a violência “doméstica” do estado contra os pobres e, ao mesmo tempo, também é um instrumento de geopolítica, legitimando determinadas perseguições e ações violentas no campo da política internacional. Você viu, por exemplo, os EUA ameaçando incluir a Bolívia de Evo Morales entre os países que não colaboram coa perseguição ao tráfico de drogas; ou a intervenção militar dos EUA na Colômbia para combater as FARC", disse em entrevista para o Diário da Liberdade.

 

Vídeo clássico do Renato Cinco argumentando pela legalização da Maconha diante dos caretas proibicionistas do programa de TV:

 

#2 - Denis Russo Burgierman – Jornalista

Jornalista libertário que viajou pelo mundo de mochilão para conhecer as políticas mais progressitas na questão das drogas para lançar o livro "O Fim da Guerra - A Maconha e a Criação de um Novo Sistema para Lidar com as Drogas".

 

"Criminalizar o usuário é insustentável numa democracia e custa imensamente caro para a sociedade. Colocar usuários na cadeia simplesmente não tem nenhum efeito positivo para a sociedade. Na cadeia, ele terá ainda mais acesso a drogas. Por conta disso, em praticamente todas as democracias desenvolvidas do mundo, a tendência é de não colocar usuários na cadeia. Mas a descriminalização não resolve nenhum dos problemas graves ligados a drogas. Ela não tira poder do tráfico, não garante a qualidade do fornecimento de drogas, não garante o cuidado ao dependente. Ou seja, é uma solução paliativa – melhor que nada, mas insuficiente", disse em entrevista ao Coletivo DAR.

 

O jornalista também participou do programa Agora é Tarde, veja só:

 

#1 - Cristiano Alves da Silva Pinto,”Pintão” - Vereador

 

Vereador de Medeiros na Neto, na Bahia, enfrentou o conservadorismo de uma cidade pequena ao assumir publicamente que é usuário de maconha. Admitiu que fuma há 20 anos “um baseado de manhã cedo, outro ao meio-dia e mais um de tardezinha” e ainda lembrou que a cannabis tem mais utilidade que o bombril.

 

“Estou aqui para defender que o usuário não é criminoso e que o Estado poderia estar ganhando ao legalizar a maconha, que é muito menos prejudicial que outras drogas, inclusive o cigarro. Ao ser usuário, sei que o meu dinheiro está indo para os traficantes, mas queria que estivesse indo para o Estado, que poderia reverter a verba em investimentos sociais em diversas áreas e combateria o tráfico”, disse na tribuna da Câmara dos Vereadores. Para quem não lembra, basta assistir aqui: