terça-feira, 7 de abril de 2009

[6#] ChapaDois: Dá câncer ou cura cânceres?

dichavando WASHINGTON (AFP) — O tetrahidrocanabinol (THC), principal componente ativo da maconha, pode ter um efeito sobre a redução e, inclusive, a destruição de células cancerígenas dos tumores, principalmente no cérebro, nos ratos e também no homem, segundo um estudo da universidade Complutense de Madri publicado no Journal of Clinical Investigation.
De acordo com o relato, cientistas injetaram uma dose diária de THC em ratos, antes infectados com tumores cancerígenos humanos desenvolvidos até o tamanho de 250 mm3. O THC, introduzido perto do tumor, desencadeou um processo de autofagia de células cancerígenas, que se autodestruíam depositando-se em vesículas de dupla membrana antes de serem repassadas aos lisossomos, que contêm diversos tipos de enzimas e se encarregam, normalmente, de digerir e destruir dejetos e bactérias.
"A administração do THC reduziu em mais de 80% o crescimento de tumores derivados de diferentes tipos de células" cancerígenas, escreveram os pesquisadores do departamento de bioquímica da Universidade de Madri.
As células cancerígenas introduzidas nos ratos incluíam gliomas, o tipo mais frequente de câncer do cérebro, assim como células de câncer do pâncreas e de mama.
Um teste clínico realizado em dois pacientes com câncer no cérebro, normalmente muito agressivo, com injeção intracraniana de THC de 26 a 30 dias, mostrou "um processo de morte de células por autofagia", depois de uma análise das biópsias realizadas antes e após o tratamento.
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[6#] OnWave: Uma opinião um pouco diferente...

Comunidades no orkut inventaram uma nova forma de identidade, da qual cada particularidade geralmente reconhece par no âmbito comum, ou enfim, comunidade. Ainda na onda de culpa, tem um grupo de mais de 800 membros que formam a comuna chamada O Governo Sustenta o Tráfico. Sem dúvida uma opinião um pouco diferente do que pensa a grande maioria. Click na foto e viaje diretamente até lá:
O governo
É uma pena a comunidade  ser um tanto inativa e mal cuidada. Mas isso é um processo que pode ser revertido, inclusive por medidas democráticas, ou diplomáticas. Salvem a comuna!
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HabitualÓbito: Um traficante é morto

Rio - Um homem foi morto por policiais do 27º BPM, no início da noite de hoje, na favela do Antares, em Santa Cruz, Zona Oeste da Cidade. Segundo o batalhão, o homem que morreu era traficante de drogas. Ele teria sido baleado em confronto com os PMs. Ainda de acordo com o batalhão, na localidade conhecida como Planeta, foram apreendidos uma metralhadora FMK, de fabricação argentina, cerca de cem papelotes de cocaína e 13 pedras de crack. O registro da ocorrência foi feito na 36ª DP.

Leia...

São 14 mortos e 03 feridos, desde 31/03.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

[6#] BeckBeat: Variações sobre o mesmo tema

por Café com Leite
Hoje eu escolhi um tema um pouco diferente, a música de um seriado que eu acho que tem tudo a ver com o blog. Assim como as drogas, o seriado vicia, e no ano que eu estou assistindo (o 3o) a cada capítulo um artista interpreta a canção de abertura, que gruda na cabeça. O seriado chama Weeds  e a música "Little Boxes", e por mais que ela pareça estar falando da Barra da Tijuca, ou da Alphaville paulista, ou mesmo unicamente da situação do seriado, ela na verdade foi escrita por Malvina Reynolds em 1962, inspirada nos condomínios que surgiam na Califórnia naquele período.
Aí vai a lista do Youtube com várias interpretações de "Little Boxes", algumas ótimas, outras não, numa sequência de aberturas de Weeds:
Não precisa ouvir todas na sequência - melhor abrindo cada capítulo. Você pode baixar a série facilmente em diversos torrents e blogs pela internet, e também passa na TV a cabo.
Por último, adorei a versão abrasileirada da banda Zeep, da galera que era da Smoke City(lembra de Underwater Love?):

O site que hospedava essa música saiu do ar.

Coincidentemente, o dia que passa o seriado nos States é segunda-feira, o dia aqui da BeckBeat. Até a próxima!
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[6#] RedEyes: Amor, um grande amor!

[Nosso estagiário pirou a porra da cabeça num dia e resolveu se tatuar!]
06
Porra rapaziada todo mundo diz que dói muito fazer tatuagem e hoje eu posso dizer que a dor nem se compara ao prazer de ver essa plantação que ficara eternamente verdinha aqui nas minhas costas. Claro que o flagrante é geral na praia e tudo e mais mas eu quero que se foda, mermão. Ficou bonito ou num ficou? Só com muito amor mesmo pra fazer isso, namoral. Até logo. Bom início de semana!

domingo, 5 de abril de 2009

HabitualÓbito: Em vídeo.

por Dário Valadão

Ninguém aqui acha que o crime não deva ou mereça ser combatido. O que temos a expressar é um inconformismo simples: o de passar a vida inteira vendo as mesma notícias, somando-se mortos e feridos, factóides e perigos. Nenhuma tonelada apreendida sinifica fim do tráfico. Nenhum bandido morto findará a desigualdade, motor da violência.

O saldo, soldados:

13 mortos e 03 feridos

sexta-feira, 3 de abril de 2009

[#5] HempSong: Olha o D2 aí de novo!

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Quem já tá ligado nesse novo som? Alguns nem curtem mais o trabalho do cara, são os saudosistas pelo Planet Hemp. Mas o fato é que ele continua representando a cultura canábica e, vez ou outra, alfinentando com cuidado quem merece nossa alfinetada. MD2 representa por tudo que já fez e faz pela santa Maria. Por isso o HempSong de hoje é dele, Pode Acreditar:
Tap`nd Play Now!


[#5] bONG: O dia em que a fumaça foi ouvida!

por Marco Hollanda
A declaração de Beltrame sobre a responsabilidade dos usuários de drogas na guerra do tráfico no Rio de Janeiro já é de conhecimento público. O vídeo, que foi feito em resposta, também. A diferença é que, quando o secretário soltou o verbo, a imprensa carioca estava lá para ouvir e divulgar. Já o vídeo “Se liga, Secretário” foi postado no YouTube e sem o poder de comunicação da grande mídia, tinha tudo para ser um sucesso restrito ao meio canábico.
Durante uma comum reunião de pauta, surgiu idéia e ânimo para a produção dessa matéria, levando em consideração o surgimento da música e vídeo na net. A lógica era clara: Compreendemos que a posição ocupada pelo Beltrame, a de Secretário de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, deveria se pronunciar de forma mais eficaz e emergencial, já que o bicho tá pegando e ninguém agüenta mais! Fácil compreender que além de tapas na cara e esculachos na lama, a Negligência da Guarda pode ser ainda pior quando se manifesta oriunda de altas patentes. Parece que o mundo inteiro já percebeu o óbvio, menos a cidade maravilhosa. Decidimos que a música precisava ser ouvida.  image
Então o bONG entrou em ação, com a pauta de, em primeiro lugar, promover a assessoria do vídeo achado na internet e, depois, evidentemente, escrever esse texto sobre o resultado. O plano de divulgação buscou levar o vídeo direto para a caixa de e-mail dos jornalistas especializados em cobertura policial e outros possíveis interessados na divulgação. Nosso comunicado à imprensa foi disparado durante a madrugada (2h da manhã da última segunda-feira), para que a mensagem ficasse no topo da lista, quando o jornalista chegasse à redação pela manhã.
Não tardou para algumas respostas da imprensa chegarem, em busca de mais detalhes sobre o ainda obscuro hit “Se Liga, Secretário”. Uma delas foi a do repórter da coluna do Ancelmo Góis, no jornal O Globo. Apesar da promessa de publicação ter sido feita, até o final da noite de segunda nada de nota Picture 1esverdeada no blog do colunista mais lido do país. E isso porque a surpresa chegaria somente na manhã de terça-feira. A decepção deu lugar à felicidade. A notinha sobre o vídeo era a primeira da coluna na versão impressa (e ainda tinha, ocasionalmente, o endereço do Hempadão). Ainda pela manhã, o vídeo já estava também no blog do Ancelmo. E nesse mesmo período do dia, o site do jornalista Sidney Rezende também produziu uma matéria para divulgar o vídeo.
Então logo depois veio um tapinha de leve. O Blog do jornalista Jorge Antonio Barros (também do jornal O Globo), que debate exclusivamente temas da área de segurança pública, saiu em defesa de Beltrame e detonou os autores da música, classificada por ele como ofensiva, ou chula. Isso mereceu uma resposta de minha parte, já que tomei as rédeas da assessoria do conteúdo.
JAB
Jorge Antonio Barros se mostrou bem receptivo à réplica e na tarde desta quarta-feira se comprometeu a publicar a nossa resposta, explicando que a música não tem como objetivo ofender o Secretário. E até ao contrário disso, como declarou um dos autores da música, questionado pelo próprio Jorge Antônio:
- "A intenção evidentemente não é agredir o secretário. O palavrão deve ser entendido como um recurso linguístico para manifestar o desagrado extremo. No contexto da música, é facilmente perceptível essa função. O xingamento não deve ser levado às últimas conseqüências, já que o discurso aplicado na produção da música não é vazio ou de ordem chula. Muito pelo contrário, na letra são propostos questionamentos e argumentações dignas de serem respondidas e avaliadas. Uma música não pode ser confundida com um discurso político ou vontade individual. Deve sim ser encarada como manifestação cultural e gozar de liberdade de expressão. Ora, quando Gabriel, O Pensador escreveu a letra de "To Feliz (Matei o Presidente)", ninguém achou que de fato ele tivesse cometido o assassinato."
Até a hora da redação desta matéria, nenhum post novo foi feito pelo Repórter de Crime. Mas enfim, desta vez o sinal da fumaça foi longe. Temos que agradecer por cada blog e portal de notícias que comentou, divulgou e debateu o vídeo. Agradecemos pela possibilidade da voz, afinal, representamos cerca de quatro milhões de usuários no Brasil. Todos nós já esperávamos pelas más reações de comentários negativos, mas o que importa de fato é que o debate está lançado e tende a prometer novos capítulos.
image
Ninguém gosta de ficar só apanhando. Por isso, convido os leitores que compartilham a causa da legalização a ficarem de olho na imprensa e participarem dos debates que certamente surgirão. Se ligue na Marcha da Maconha, que com certeza acontecerá também em sua cidade. E sobretudo, cresça fazendo usos únicos e exclusivos de informação e sabedoria.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

[#5] Hemportagem: [?]

Hoje não teve Hemportagem. Mas conteúdo do bom não pode faltar, mesmo que entre no final do dia. Escrito por Fernando Peinado Alcaraz, no El País:
As máfias da droga se regeneram como a hidra da mitologia grega. Quando a luta policial bloqueia uma rota, ressurgem por um novo caminho; quando os campos de folha de coca ou de ópio são fumigados, deslocam as plantações para outro lugar. Apesar de a caça mundial ao narcotráfico ter dado poucos frutos - os contrabandistas são cada vez mais poderosos, as drogas mais baratas e abundantes -, a maioria dos países resiste a experimentar alternativas além de uma perseguição esquizofrênica, cara e contraproducente. Há métodos mais eficazes para ganhar a guerra das drogas?

A questão ganhou força nos últimos meses. Era preciso avaliar a estratégia traçada em 1998 pela ONU para um período de dez anos, e os especialistas proclamaram a derrota na batalha contra os narcos e pediram o abandono de uma estratégia repressiva que utopicamente definiu como objetivo "um mundo livre das drogas". Leia tudo porque vale muito a pena!

HabitualÓbito: Hoje foi no Morro da Coroa...

por Dário Valadão

Os seis baleados durante uma operação da polícia no Morro da Coroa, no Catumbi, no Centro do Rio, chegaram ao Hospital Souza Aguiar, também no Centro, mortos, segundo informou a Secretaria municipal de Saúde.

Um outro homem foi baleado durante a operação. Ele teria sido atingido no tórax e, também levado para o Souza Aguiar, ele permanece estável. Segundo o comandante do 1º BPM (Estácio), tenente-coronel Sérgio Luiz Mendes, os sete seriam criminosos. Leia tudo, no G1

Hoje mais seis pessoas foram mortas. Se trocarmos 'pessoas' por 'criminosos', justificamos mais seis mortes numa soma sem fim? Para muitos a resposta é sim. Para nós, a reposta é não! Chega dessa guerra imunda.

O saldo, senhor:

11 mortos e 03 feridos

terceiro dia.

Alguém mais acha que é melhor rever conceitos?

Nota Especial: Repórter de Crime presta solidariedade à Beltrame

Click na manchete abaixo para ler o post solidário:
Jorge Antonio Barros
A música não é política. Portanto, é sempre preciso entender cada discurso conforme convém sua funcionalidade. O discurso político, sempre nos disseram os gregos, precisa ser untado por razão e argumento. Já o sonar das musas, renegado não só por Jorge Antônio Barros mas também por Platão, exige sensibilidade. Ao escrever um poema ou pintar uma tela, a emoção do artista é poética, mensagem pela mensagem. Facilmente comparável àquela que nos faz mandar o Dunga, na hora da substituição mal feita, à “casa do caralho”, ou até pior. A expressão popular, na música e nos gritos de torcida organizada, está cheia de emoção, como tem que ser, e não de argumentos.
Contudo, a finalidade artística também pode ser usada com viés político, como o faz a contracultura mundial desde meados do século passado. Nesses casos, o protesto é tão subjetivo quanto pudermos imaginar. Em apenas dois minutos e vinte seis segundos, a música “Se Liga, Secretário” é apenas um suspiro. O respirar midiático comprova que esse discurso não é somente individual, e por isso a repercussão.
O ChapaDois dessa semana evocou Heidegger e concluiu: “Vocês estão certos”; Platão, por mais que astuto aos assuntos da alma, conseguiu observar a Verdade como sombra e disse que é possível sair da Caverna. Se liguem. Graciliano Ramos soube como ninguém dizer que onde existem muitos adjetivos, geralmente manifesta-se a falta de inteligência. Isso porque adjetivar é, antes de tudo, julgar. Mau uso da liberdade de expressão? Discordo.

[#5] Adão e Erva no Unzinho.com: 11 Mandamentos do Maconheiro Ativista!

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Adão, em seus estudos periódicos, nunca deixa de passar nos sites citados ali no "Passando a Bola". Desta vez, ele encontrou algo que não poderia deixar de comentar aqui de jeito nenhum: os Mandamentos do Maconheiro Ativista, escrito pelo profeta Vinisius Zen. Nada de "não roubarás" ou "não matarás", Adão aprendeu a lidar melhor com a Erva seguinto outros preceitos, dentre eles, o ativismo, o estudo, o debate, a crença, a organização, dentre outros.
Se você é um maconheiro de verdade, não pode deixar de ler e seguir esses mandamentos vitais: LeiA!

quarta-feira, 1 de abril de 2009

[#5] Aspilão: Uma boa pergunta. Cadê a boa resposta?

"Armas e drogas, caros leitores, não vêm andando e entram nas favelas sozinhas. Sem produto, não há o que consumir; logo, sem consumo não há movimento financeiro; sem ele não há como comprar juízes, deputados e policiais do esquema. Onde é que vamos quebrar o elo que junta todos esses personagens?"
Tico Santa Cruz, na editoria do jornal O Dia [link]

HabitualÓbito: Antes fosse mentira...

Uma operação do 19º Batalhão de Polícia Militar para reprimir o tráfico de drogas na Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana, na zona sul do Rio, terminou com quatro supostos traficantes mortos e um ferido em confrontos na parte alta da favela, na manhã de hoje. O tiroteio foi ouvido em pelo menos três bairros do Rio (Copacabana, Botafogo e Humaitá). Na íntrega, do G1. Click

Mais uma vez bairros nobres incomodados. Será que o povo carioca não merece uma daclaração sobre segurança? Quiçá uma solução.

Segundo dia, saldo:

05 mortos e 02 feridos

Fizeram da violência uma espécie de seleção natural. Mas a natureza é muito mais nobre. A violência é seleção estatal, estrutural, social.

Alguém mais acha que chega dessa guerra?

[#5] HempTube: Se Liga, Secretário...de quem é a culpa?

Quem ainda não viu? O HempTube, editoria de vídeos, não poderia deixar de arquivar o clip do coletivo Hempresários. Sucinto feito um golpe e simples como uma gota, a resitência emerge do reggae.
Tap`and Play Jah:

HabitualÓbito: Um morto na operação contra o tráfico

Diariamente, dezenas de pessoas morrem na guerra ao tráfico de drogas - e porque não dizer guerra do tráfico de drogas. Os corpos viram estatísticas e ninguém consegue observar que traficantes, policiais, usuários, cidadãos e milicianos, morrem todos iguais. Na consequência de uma bala perdida ou achada, qualquer um pode virar número.

A guerra, apoiada pela maioria da população, faz vitimas nem sempre marginais. Aqui não importa qual vida foi tirada. A partir de hoje, dia primeiro de Abril, o Hempadão, através da editoria HabitualÓbito, irá fazer a contagem e monitoramento das mortes produzidas por essa guerra, no Rio de Janeiro.

Para começar: 31_MVG_RIO_matriz_materia

RIO - Uma pessoa morreu durante operação policial na manhã desta terça-feira nos morros São João e Matriz, no Engenho Novo, Zona Norte do Rio. Logo na chegada dos policiais, pouco antes das 10h, houve confronto. O trânsito chegou a ser interrompido por alguns minutos na Avenida Marechal Rondon para a segurança dos motoristas. Segundo a polícia, com o morto, foi apreendida uma pistola. Drogas também foram recolhidas durante a operação e levadas para a 25ª DP (Rocha).

Cem homens do Batalhão de Choque e do 3º BPM (Méier), com apoio de cães, participaram da operação. O objetivo foi combater o tráfico de drogas na região. Os policiais saíram das duas comunidades no início da tarde.

A matéria é do O Globo Online e pode ser vista nesse link

Primeiro saldo:

Um morto e 02 feridos

Até quando vamos sacrificar vidas? Nenhum favelado ou policial merece um fim tão covarde. Alguém sabe solucionar sem extermínio?

Ajude a manter a editoria. Toda notícia veiculada sobre vitimas da Guerra às drogas, no Rio, mande pra gente no e-mail do blog: hempadao@gmail.com

Chega.