Tem alguém achando a Hempada sem gosto? Então sente o tempero do quadro negros e boa pitada de giz. A aula vai começar mais uma vez. Essa é a sexta aula da nossa enciclopédia canábica, que se constrói aos poucos, com os verbetes sugeridos pelos próprios leitores da Hempada. Como uma boa aula, ela é participativa. Então sinta-se a vontade e sente na roda para acrescentar qualquer tipo de informação, aliás, nunca é demais. Ative seus neurônios e... ah sim. Vamos nessa, lição um:
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Alaskan Ice - Mais uma variedade de cannabis, essa também muito forte. Ela possui estrutura comprida e nasceu do cruzamento dos originais Green House White Widow com a famosa
Purple Haze. Essa planta é melhor cultivada de forma externa, devido ao seu porte exagerado, podendo render até 800g de alegria, chegando a mais de 2 metros e meio de altura. No entando pode também ser cultivada em interiores. Ah, além disso ela tem um dos mais altos teores de THC.
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Amônia - Palavra provavelmente derivada do

grego, em sua forma mais primária,
Ammon, que era um epíteto de Júpter, em alusão ao sal amoníaco que havia nas proximidades o templo desse deus, na Líbia. A palavra
ammonia tem origem datada de 1844 e pode se referir tanto a um gênero de molusco quando um explosivo cuja substância predominante é o nitrato de amônio. Pois é, mas o que reza a nossa mitologia moderna é que traficante comercializam maconha misturado com esse produto. Será?
Hoje ficamos por aqui. E a terceira lição é reflexiva, porque em tantos lugares do mundo o Alaskan Ice cresce bonito e vigoroso enquanto grande parte dos brasileiros não se sujeitam só ao risco/benefício da cannabis, mas ao contato com substâncias esquisitas como a amônia? Cabe a nós cortar determinadas palavras dessa enciclopédia, alterando assim o rumo histórico, né isso?!