Mostrando postagens com marcador O Prensador. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador O Prensador. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

[Ed. #39] O Prensador: Dedo amarelado... e agora?

Então pessoal, considerações sobre o balão de semana passada: O cara que escrevia esta editoria disse que não esqueceu de mandar, quem deu o balão na hemapa foi o Google, que fez com que o e-mail dele chegasse na redação só no dia seguinte, quando já era uma hora da tarde. Dá pra acreditar?

Pois então, acho que ele não gostou da brincadeira, nem da arte do balonismo. Entramos em contato pra ver o que tinha acontecido, ele respondeu dizendo não ter entendido, já que havia mandado o texto. Aliás, o título era: Músiquinha Tosca e começava com esse verso: "Não sei o que escrever. Não sei o que pensar. Não sei o que fazer pra esse beck eu apertar."

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

[Ed. 38#] O Prensador: Bambalalão, Senhor Capitão!

Hoje não teve Prensador, portanto fiquem a vontade para Prensar na roda! Esperamos que bem alto... nas nuvens! Ou não... Vamos prensando...

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

[Ed. 36#] O Prensador: A saga contra a pala da marola!

por Rodrigo Rodriguez

Tem uma coisa que não dá pra fugir. Vizinhos. A não ser que você more num sítio, fazenda ou caverna sempre terá que conviver com "estranhos" morando perto.  Muito perto. Eu, por exemplo, moro em um "apertamento" tão pequeno que se você entrar pela porta e tropeçar, cai pela janela. Mas o que fazer quando o cheiro do seu baseado ultrapassa os limites da boa vizinhança?

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

[Ed. #35] O Prensador: Zina – Brilha Muito na Delega!

por Rodrigo Rodriguez

Na manhã de hoje uma notícia bombou na internet: Zina, a mais nova contratação do Pânico na Tv, havia sido preso em São Paulo portando uma pequena quantidade de cocaína. Até aí nada demais. Centenas de pessoas são presas todos os dias no Brasil por portarem drogas, o problema é que se tratava de uma pessoa "famosa". Zina agora faz parte de um seleto grupo de "famosos" com passagem pela polícia. O engraçado é que neste dia do flamenguista e dia internacional da animação, o corintiano mais famoso da atualidade foi quem não teve motivo nenhum pra se animar.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

[Ed. 34#] O Prensador: Seda sem Recheio! E agora, Maria?!

por Rodrigo Rodriguez

Porque será que quando você não tem nada no seu kit maconheiro sempre acaba escutando "Malandragem dá um tempo" do saudoso Bezerra da Silva? Parece uma piada do acaso para fazer com que você (no caso eu) se sinta ainda mais miserável. Sim, porque pior do que enfrentar os perigos de uma boca de fumo, as desventuras de uma larica ou mesmo ter que apertar um com papel de pão, é ficar sem maconha. 

Todo ano é a mesma coisa, a policia faz o seu trabalho na repressão ao tráfico de drogas e nós maconheiros acabamos passando alguns período de seca. Mas o que pode ser pior que estar sem beck? Também não sei. Penso que uma guerra nuclear ainda é fichinha perto de problemas como abstinência de cannabis. Não tem coisa mais desagradável do que ficar "de cara". O mundo se 25_MHG_MUN_maconha2torna tão, tão, tão realisticamente real que dá medo. Mas o que fazer? Ir no primeiro boteco que encontrar e encher a cara de cerveja? Pode ser, mas acaba sendo um jogo de perde  e ganha. Você ganha uma bela ressaca e sempre pode perder a carteira de motorista. Que tal usar outras drogas? Eu acho uma grande inverdade quando dizem que maconha é a porta de entrada para outras drogas. Eu por exemplo já assistia a Globo antes mesmo de começar a fumar baseado. No meu caso, eu passei de uma droga pesada para uma bem mais leve.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

[Ed. #33] O Prensador: Será o fim da Tolerância Zero?

por Rodrigo Rodriguez

Véspera de natal, 1994. Aproveitando a saída de minha mãe pra fazer as compras  de última hora para a noite natalina, pela terceira ou quarta vez, mandei um em casa. Eu tinha a inocente teoria que o cheiro do baseado não se faria notável se eu fumasse enquanto tomasse banho já que o cheiro dos produtos de banho inibiriam a marola. Então armado com "o beck, a caixa, o bumbo e o clap" fui tomar um banho tão demorado quanto o Cd dos Racionais Mc´s  me permitisse. Antes de terminar alguém bate a porta. Minha querida progenitora havia voltado antes do que imaginei. Gelei. A parada, claro. Nessas horas uma estranha calma invade meu corpo. O que seria? Abri a porta. Deparei-me com minha mãe me olhando de um jeito que eu conhecia bem. "- Não acredito! Será possível? É só eu sair pra você aprontar alguma: “QUANTAS VEZES EU JÁ TE FALEI PRA NÃO USAR O MEU BANHEIRO?”. Achei que tinha me livrado. Doce ilusão.

Minutos depois ela veio conversar comigo de um jeito tenro e carinhoso que só uma mãe pode conversar com o filho mais novo. "- Seguinte, eu sei que você estava fumando maconha. Eu conheço o cheiro. Só não falei nada para a sua irmã não saber. Agora o seguinte: “sempre que você quiser fumar ESSA PORRA DESSE CIGARRINHO, FAÇA ISSO DENTRO DO SEU QUARTO!!! É sério! Se for pra fumar isso, fume aqui em casa. Não quero ter que ir buscar você numa delegacia por causa de um cigarro". Fiquei branco como um albino, e naquela noite, eu senti que de certa forma estraguei o natal. De novo. Mas senti também em minha mãe uma maturidade diferente de minha mãe em relação a tudo isso. Ela não me discriminou. 

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

[Ed. 32#] O Prensador: Não compre, Plante! Mas não é mole…

por Rodrigo Rodriguez

Atenção: Este blog e o autor desta infeliz editoria não incentivam o consumo,  plantio ou venda de qualquer tipo de droga ilegal. Então vai tomar uma cerveja e acender um cigarro!

---------------------------------_\|/_---------------------------------

“Não compre, plante!”. Todo maconheiro de responsa já ouviu ou mesmo proferiu essas palavras, mas você meu amigo canábico, já tentou plantar?

Nesse mundo violento e cada vez mais evangélico em que vivemos, conseguir arrumar um pouco ou mesmo muito, de sua droga ilícita favorita anda cada vez mais complicado. As bocas de fumo andam cada vez mais "sujeira" e ninguém quer sair dando mole pra dureza. Eu, como usuário de maconha, só me sinto "criminalizado" na hora de comprar. Toda aquela tensão em conseguir a parada e ainda ter que chegar em casa são e salvo e guardar seu remedinho as sete chaves naquele lugar que você pensa que ninguém vai achar. Ou numa infelicidade da vida ser surpreendido pelos "gambés". Putz! A última coisa que qualquer maconheiro quer é levar uns tapas na cabeça e ficar choramingando: "Só vim pegá cincão, dotô!" pra qualquer policial reacionário por aí.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

[Ed.#31]O Prensador: Descriminalização em Jogo! Quem leva?

por Rodrigo Rodriguez

Esclarecendo o que nem precisava ser esclarecido: Semana passada alguns leitores de minha editoria questionaram o fato de ter 2 assuntos no mesmo texto. Achei que, de alguma forma os dois assuntos se completavam, já que o "fenômeno" larica só ocorre em quem fuma maconha. Fome é fome. Apenas usei o assunto da fome provocada por uso de cannabis para chegar no outro assunto... enfim, talvez eu não tenha sido feliz no modo como fiz isso. Achei que os leitores do blog não se incomodariam com isso, afinal não estou escrevendo para a Veja ou Folha, até porquê, nosso conteúdo é muito mais interessante e por mais incrível que possa parecer, menos tendencioso. Sem mais esclarecimentos, vamos aos trabalhos!   

Bob Henrique Cardoso! Você que faz uso de maconha, deve estar se perguntando: "Por que o Brasil, que é um país de pessoas tão inteligentes quanto eu, ainda não descriminalizou o uso e porte de pequenas quantidades de minha droga ilícita favorita e predileta por uma parte considerável das pessoas no planeta? A solução, meu caro leitor, (que tem o desprazer de ler minhas palavras pela terceira vez) pode estar nas mãos de ninguém menos que Fernando Henrique Cardoso!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

[Ed. 30#] O Prensador: Maconheiro é a… Ah, mas sou mesmo!

por Rodrigo Rodriguez

Existe um fenômeno comum a todo maconheiro. Seja ele rico ou pobre, negro ou  branco, homem ou mulher. Todos nós temos essa vontade, essa necessidade, essa coisa que vem lá de dentro e ataca vorazmente chamada: larica.

Não adianta. Todo mundo que fuma tem larica. Uns mais outros menos, é verdade, mas tem. Eu por exemplo estou digitando esse texto com apenas uma das mãos. Como minha pouca noção de higiene ainda não me permite comer com os pés e minha pouca noção de balança não permite que minha barriga deixe meu pé chegar nem perto da minha boca, seguro minha fatia pizza com a mão que me resta. Aliás, fatia não. Fatias. Estamos falando de larica não do lanchinho que você faz entre o almoço e a sobremesa.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

[Ed.#29]ESTRÉIA! O Prensador: 40 anos de sexo,drogas e e-mobs!

por Rodrigo Rodriguez

Saudações canabidicas revolucionárias. Meu nome é Rodrigo, eu sou o famigerad o Repórter Marcha da TV Tática, programa exibido no canal 8 da Net aqui em Brasília. Além disso, também me aventuro nos palcos como Stand Up Comedy. Vocês sabem o que é isso, não sabem? Certa vez me apresentei como Stand up para uma menina: "- Nossa, que legal! E o que é um stand up?" "- É o comediante de cara limpa" respondi. "- Como assim?" não aguentando retruquei: "- A gente lava o rosto antes de subir no palco." Você riu? Pois é. Nem ela. Acreditem, subir num palco para tentar fazer os outros rirem é mais perigoso que acender um na frente da polícia.

Conheci o Hempadão através do Twitter e fiquei agradavelmente chocado que, um blog com essa temática que tanto nos agrada, tivesse tanto conteúdo diário e fosse visitado por tanta gente bacana. Fiquei muito feliz e honrado de receber o convite para fazer parte de uma equipe tão boa. E é com esse humor brasileiro, moleque, malemolente e cabeça (cabeça feita, claro) que começo aqui  minha primeira editoria. Sendo entusiasta, fã e utilizador da rede mundial como instrumento de trabalho e trapalhadas,  penso que seria muito bom falar dela, a musa invisível, Internet.

Em dois de setembro de 1969, dois computadores na UCLA (Universidade da Califórnia, Los Angeles) trocaram dados no primeiro teste da Arpanet. Dizem que eram dois alunos enviando imagens pornográficas de uma professora gostosa. Brincadeiras sem graça à parte, semana retrasada comemoramos essa data muito especial. Afinal, o que seria de nossas noites solitárias se não fosse a companhia da Sylvia Saint e outras divas do pornô profissional e amador?

Lembro como se fosse hoje quando, a mais ou menos 13 ou 14 anos atrás, tive contato pela primeira vez com a Internet. Nessa época tão primitiva da rede, usávamos o Altavista para fazer buscas. E o que buscávamos? Sexo. Também usávamos o ICQ para podermos nos comunicar de forma instantânea. E o que buscávamos instantaneamente? Mulheres. Pra que? Sexo, lógico! Mas a internet não se resume apenas em um instrumento para sanar as necessidades de onanistas pelo globo. Não. A Internet também serve como difusor de idéias, ideologias, movimentos sociais e muita, mas muita pornografia.

Para usuários de drogas a internet serve quase que como um laboratório ao seu alcance. Que atire a primeira pedra quem nunca procurou como fazer haxixe. Que atire a primeira pedra quem nunca procurou como cultivar um pezinho no armário ou procurou no site do Ministério do Meio Ambiente alguma pista sobre o bagulho que o Minc fuma. Que atire a primeira pedra quem não ficou viciado no vídeo da Vanusa e pensando: "Como eu queria experimentar esse remedinho santo para labirintite". Que atire a primeira pedra quem nunca olhou as fotos da Hortência em uma Playboy “scanneada”.

Graças a Internet também temos a oportunidade de mobilizar-nos e juntos lutarmos  pelos nossos direitos. Exemplo disso é a Marcha da Maconha. Movimento que começou na Internet, terminou nas ruas e que eu tive o imenso prazer de participar este ano aqui em Brasília. Lutamos pelo direito de usar drogas, mas lutamos também pelo direito de não sermos usados por elas. Exemplo: várias Marchas #forasarney pelo Brasil, que exigiam a retirada da droga mais mofada do Senado. Marcha esta que, também, tive a felicidade de fazer a cobertura em sua primeira realização no dia primeiro de julho deste ano. 

O PrensadorMas nesses 40 anos o que mais me impressionou, foi essa invenção simples chamada Twitter. Arrisco-me a dizer, sem sombra de dúvidas, que o que este site vai ser o grande “Boom” de 2009. Nunca tantos buscaram tanta atenção como nesses dias pós “apocatwittcos”. Mas o que é o Twitter? Penso no Twitter como aquelas Batalhas de Bandas. Um monte de gente que não tem muito que fazer, tentando ganhar fãs (que na língua do Twitter chamam-se seguidores) no grito pra, no final, conseguir apenas uma coisa: sexo. A propósito, também estou na "Twitosfera".

Que venham os próximos 40 anos. Até lá estarei com 70, mas uma coisa é certa, ainda terei saúde para poder desfrutar da Internet e suas maravilhas. Ou seja, sexo. Prense nisso!