Mostrando postagens com marcador OnJack. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador OnJack. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 18 de março de 2013

Desperdiçando os Nossos Impostos! [OnJack Ed. 212#]

Postagens anteriores aqui!

 

Cerca de 50% de todas as verbas fede­rais e estatais gastas na repressão de drogas durante os últimos 60 anos foram dirigida contra a maconha!

 

Entre 70 e 80% de todas as pessoas que agora se encontram em prisões federais, estaduais ou municipais americanas não se teriam encontrado nelas enquanto cri­minosos ainda há apenas cerca de 60 anos. Por outras palavras, nós, na nossa ignorância e xenofobia (inspiradas por Anslinger e Hearst!) prendemos aproximadamente 800.000 das 1,2 milhões de pessoas que se encontram em prisões americanas (em 4 de Agosto de 1998) por crimes que eram, na pior das hipóteses, hábitos sem importância, até à Lei Har­rison de 1914 (através da qual o Supremo Tribunal deliberou em 1924 que os vicia­dos em drogas não eram doentes, mas sim vis criminosos).

segunda-feira, 11 de março de 2013

Repressão High Tech! [OnJack Ed. #211]

Postagens anteriores aqui!

De modo a livrar a América da mari­juana, todos nós, fumantes e não fumantes, deveremos abdicar da nossa Declaração dos Direitos... para sempre! Deveremos conformar-nos com perso­nagens da laia de Lyndon LaRouche, Jerry Falwell, Nancy Reagan, Edwin Meese, William Bennett, o general Barry McCaffrey e outras mentes desse ridícu­lo calibre. Cada uma delas, na sua pre­sunçosa ignorância, está a contribuir pa­ra o envenenamento permanente da Ter­ra, enquanto faz tudo quanto pode para aniquilar completamente a única coisa que pode salvar-nos: O cânhamo.

segunda-feira, 4 de março de 2013

As Verdadeiras Consequências da Proibição! [OnJack Ed. 210#]

Postagens anteriores aqui!

 

Quando a DuPont nos garante que graças a ela teremos "Vida Melhor Através da Química" não nos diz que es­se estado de coisas durará apenas 100 anos, findos os quais todo o planeta morrerá em seu benefício.

 

A Inglaterra e a Holanda aprenderam a tratar os utilizadores de substâncias ile­gais como seres humanos — mantendo­-os abastecidos com quantidades sufi­cientes de medicamentos de modo a não perturbarem as atividades dos outros. Esta política, que permite a essas pessoas levarem vidas de outro modo produtivas e normais, está agora firmemente im­plantada, é eficaz e popular naqueles paí­ses. Em 1990, a Suíça deu início à sua própria experiência de tolerância loca­lizada do uso público de drogas.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Capítulo 16 – Alternativas à Proibição! [OnJack Ed. #209]

Postagens anteriores aqui!

Em conclusão, constatamos que a postura antimarijuana das autoridades é tecida de refinadas mentiras. Neste capítulo, começamos por fazer luz sobre algumas investigações que as autoridades preferem que as pessoas desconheçam, abordando então algumas alternativas realistas. Mas primeiro, uma curta fábula:

 

A HISTÓRIA DO REI QUE PASSEOU NU

(Parafraseado do Conto de Fadas de Hans Christian Andersen.)

Havia outrora um rei muito mau e vaidoso que cobrava pesados impostos dos seus súditos de forma a custear o seu guarda-roupa confeccionado a partir dos mais dispendiosos tecidos.

 

Certo dia chegaram dois vigaristas que, apresentando-se como renomados alfaia­tes de uma terra longínqua, solicitaram uma audiência com o rei, durante a qual lhe contaram que tinham inventado um novo e fabuloso tecido, feito de uma fibra de ouro muito cara que apenas as mais puras e sábias pessoas eram capazes de ver. Excitado, o rei pediu para ver uma amostra, e os homens mostraram-lhe um cabide vazio. "Não achais maravilhoso?" perguntaram ao rei.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Empresa de Testes de Urina – Uma Indústria em Expansão! [OnJack Ed. 208#]

Postagens anteriores aqui!

 

Após a sua demissão, Turner fez uma sociedade com Robert DuPont e o antigo chefe da NIDA, Peter Bensinger, visando dominar o mercado dos testes de urina, firmando contratos de consultoria com 250 das maiores empresas para desenvolver programas de preven­ção e despistagem de drogas e de testes de urina.

 

Pouco tempo depois de Turner deixar o cargo, Nancy Reagan recomendou que nenhuma empresa privada fosse autori­zada a negociar com o governo federal sem ter implementado uma política de pureza urinária para demonstrar a sua lealdade.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Comparando a Maconha com o Álcool! [OnJack Ed. #207]

Postagens anteriores aqui!
BUSH ATACA DE NOVO
Em 1981, o presidente Ronald Reagan, por pressão do então vi­ce-presidente George Bush, no­meou Carlton Turner para o cargo de conselheiro (czar) antidroga da Casa Branca.
 
Discursando em convenções de farmacêuticas (1981-1986) e do seu órgão de lobby, o American Chemi­cal Manufacturers, Turner prome­teu manter a proibição da investi­gação sobre os 400 compostos quí­micos da cannabis.
Bush conseguiu continuar a supervisionar estas manobras, sim­plesmente não autorizando a con­cessão de novos subsídios do NIDA ou do NIH para realização de pes­quisas com implicações positivas pelo setor privado ou público, nem aprovando nenhuma candidatura recente da FDA a não ser que busque resultados negativos. Pela altura em que redigimos isto (Julho de 1998), a política do presidente Clinton continua a ser idêntica.
 
 
COMPARAÇÃO COM O ÁLCOOL
Muitas drogas causadoras de dependência são terríveis. A pior de todas é o álcool, tanto em número de utilizadores como devido ao comportamento antissocial que é associado ao seu uso extremo. O alcoolismo é a principal causa de morte entre os adolescentes; 8000 adolescentes americanos morrem todos os anos e 40.000 ficam incapacitados por misturarem álcool com condução automóvel (MADD, Mães Contra o Álcool ao Volante; SADD, Estudantes Contra o Álcool ao Volante; NÍDA, Instituto Nacional de Abuso de Drogas; etc.)

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Envenenando os Fumantes de Ganja! [OnJack Ed. 206#]

Postagens anteriores aqui!

 

Em Agosto e Setembro de 1983, Turner foi à televisão nacional justificar a pulverização aérea ilegal com paraquat que o DEA efetuara na Geórgia, no Kentucky e no Tennessee. Ele declarou que a lição seria bem merecida se uma criança morresse por fumar erva envene­nada com paraquat.

 

A inquirição sobre o potencial tera­pêutico da cannabis é a forma de investigação mais controlada e desencorajada, mas quaisquer testes procurando efeitos negativos ou nefastos da planta são pro­movidos. Já que estes testes muitas vezes têm resultados opostos aos esperados, ou são inconclusivos, até mesmo este tipo de investigação é rara.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Corrupção Oficial: O Caso Carlton Turner! [OnJack Ed. #205]

Postagens anteriores aqui!

 

Em toda a investigação que este autor realizou sobre a aplicação indevida de fun­dos públicos, nada, assim parece, se com­para com o assassínio totalmente igno­rante ou deliberado de irmãos americanos pelos burocratas e políticos citados na seguinte história:

UM HOMEM E OS SEUS ESQUEMAS DE DROGA

Com início nas administrações Nixon e Ford, e continuando sob Carlton Turner* (czar antidroga sob Reagan, 1981--86), a política do governo dos EUA deter­minou que a marijuana médica federal, fornecida aos programas individuais de marijuana médica dos diversos estados, consistisse apenas da folha da planta de marijuana, embora em geral esta tenha apenas um terço da potência da copa e não contenha idêntico espectro completo da "droga crua", p. e., o THC e os CBNs.

* De 1971 a 1980, antes de tomar-se Conselheiro Especial da Casa Branca (leia-se czar nacional anti­droga), Carlton Turner era o responsável por toda a marijuana cultivada como droga pelo estado ameri­cano, devido à posição que ocupava na Universidade do Mississipi. O Programa de Investigação da Marijuana desta universidade está incumbido por alvará estadual de descobrir ou catalogar os constituintes do THC — uma droga "crua" simples de cannabis que tem propriedades terapêuticas —, e então sintetizar as substâncias dotadas de propriedades médicas be­néficas com vista a criar um máximo de mais-valia para as empresas farmacêuticas.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

O Modelo de Amsterdã! [OnJack Ed. 204#]

Postagens anteriores aqui!

 

Em grande medida, os resultados ja­maicanos foram confirmados por outro estudo realizado em 1980 no Caribe, o Cannabis in Costa Rica — A Study in Chronic Marijuana Use, editado por William Carter para o Institute for the Study of Human Issues. (ISHI, 3401 Sci­ence Center, Filadélfia.)

De novo os investigadores não desco­briram quaisquer danos palpáveis nos fumadores crônicos de cannabis entre a população nativa. Os problemas sociais causados pelo álcool, tão evidentes em ilhas vizinhas livres de cannabis, não se manifestam na Costa Rica.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Mais Fraudes Proibicionistas! [OnJack Ed. 202#]

A revista Scientific American infor­mava em 1990: "As estatísticas alar­mantes citadas pelos proponentes da despistagem de drogas para demons­trar os elevados custos do abuso destas (...) nem sempre refletem fielmente as investigações nas quais se baseiam. Na verdade, alguns dos dados podiam ser usados para 'provar' que o uso de drogas tem efeitos mínimos ou mes­mo benéficos". (Março, p. 18.)

 

Um dos exemplos apresentados é a estatística frequentemente usada que o antigo presidente Bush utilizou em 1989: "O abuso de drogas por parte dos trabalhadores americanos custa às em­presas algo entre 60 e 100 mil mi­lhões de dólares por ano em produ­tividade perdida, absentismo, aci­dentes relacionados com drogas, assistência médica e furto". Todavia, segundo uma avaliação feita em 1989 pelo NIDA, todas essas alegações derivam de um único estudo baseado numa sondagem de 3700 lares reali­zada em 1982.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Atitudes Sociais Positivas! [OnJack Ed. #201]

Postagens anteriores aqui!

 

O estudo sublinha o reforço positivo que na Jamaica é socialmente conferido aos fumadores de ganja e o elogio univer­sal da prática por parte dos seus utilizado­res, que a fumam como tônico laboral. Os utilizadores descreveram os efeitos de fumar ganja como tornando-os mais "es­pertos", animados, alegres, responsáveis e conscientes. Informaram que fumar ganja era bom para a meditação e a concen­tração, e criava uma sensação geral de bem-estar e auto-afirmação.

 

 

Nenhuma Ligação a Comportamento Criminoso

Vera Rubin e os seus colegas não des­cobriram qualquer relação da cannabis com o crime (exceto prisões por mari­juana), nenhuma debilitação das capacidades motoras, e constataram que fuma­dores e não-fumadores apresentavam idênticos índices de extroversão e nenhu­ma diferença em termos de registos labo­rais ou ajustamento social. Não se descobriu que o uso intenso de ganja reduzia a motivação laboral.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Alguns Estudos que o Governo não Fala! [OnJack Ed. 200#]

Postagens anteriores aqui!

O Estudo Copta (1981)

Nenhum dano causado ao cérebro ou à inteligência humanos

 

Desde tempos imemoriais, o cânhamo tem sido usado em virtualmente todas as sociedades como tônico laboral, bem como potenciador e renovador das ener­gias criativas.

(Estudo jamaicano; Estudo copta; Estudo costar­riquenho; Vedas; Dra Vera Rubin, Research Institute for the Study of Man; et ai)

Em 1981, um estudo revelou que 10 dos maiores fumadores de erva da América (pertencendo à religião copta e residentes na Florida) acreditavam que o consumo diário de 16 "charutos"* de alta potência ao longo de um período de 10 anos me­lhorara as suas faculdades intelectuais.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Falácias Científicas – E assim por diante… [OnJack Ed. #199]

Postagens anteriores aqui!

 

A maior parte da literatura antimarijuana que examinamos não cita uma única fonte passível de confirmação, e a restante refere-se apenas à DEA ou ao NIDA. Os poucos estudos que conse­guimos descobrir acabam em geral por ser relatos de casos episódicos, agrupa­mentos artificiais de dados, ou então falta-lhe metodologia de controle, e nunca foram repetidos.

 

Relatos sobre crescimento de seios, obesidade, dependência e outras perturbações continuam por substanciar, e merecem pouco crédito à comunidade científica. Outros relatos, como a redu­ção temporária do número de espermatozoides, são estatisticamente insignifi­cantes para a população em geral, sendo porém desproporcionadamente amplia­dos quando apresentados pela comuni­cação social. Outros ainda, como o pu­nhado de cânceres na garganta verificados na região de Sacramento e o elevado nível de lesões ocorridas numa unidade pós-traumática de Baltimore são aglomerados de dados isolados que contrariam todas as outras estatísticas e nunca foram repetidos.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Tabaco Radioativo: A História não Contada! [OnJack Ed. 198#]

Postagens anteriores aqui!

 

Fumar tabaco mata mais pessoas anualmente do que a AIDS, a heroí­na, o crack, a cocaína, o álcool, os aci­dentes rodoviários, os incêndios e os assassínios combinados. Fumar cigar­ros vicia tanto como tomar heroína, apresenta idênticos sintomas de absti­nência, e a taxa de reincidência (75%) é igual à de pessoas que tentam "lar­gar" cocaína ou heroína.

 

 

O tabaco é de muito longe a princi­pal causa atual de morte evitável nos EUA. Os fumantes de tabaco sofrem dez vezes mais de câncer do pulmão que os não-fumantes, duas vezes mais de doenças cardíacas e têm três vezes mais hipóteses de morrer de doenças cardíacas caso as desenvolvam.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Estudos sobre Lesões Pulmonares! [OnJack Ed. #197]

Postagens anteriores aqui!

O Boato: Mais perigoso do que o tabaco.

Segundo a Associação Pulmonar Ame­ricana, as doenças relacionadas com os cigarros e o fumo de tabaco matam por ano cerca de 430.000 americanos. 50 mi­lhões de americanos são fumantes e 3000 adolescentes começam a fumar to­dos os dias.

Os estudos sobre alcatrão carcinogênico realizados em Berkeley no final dos anos 70 concluíram que "a marijuana é vez e meia mais carcinogênica do que o tabaco".

 

O Fato: Não existe um único caso do­cumentado de câncer.

 

Qualquer fumo contém irritantes pul­monares. O fumo da cannabis causa uma leve irritação das vias respiratórias pul­monares mais largas. Os sintomas desa­parecem quando se deixa de inalar o fumo.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Os Metabolitos Perenes do THC – 30 dias com Maconha no Organismo?! [OnJack Ed. 194#]

Postagens anteriores aqui!

 

O Boato: Os metabolitos conservam-se no nosso sistema durante 30 dias.

 

O governo afirmou também que, dado que os "metabolitos do THC" se conservam nas células gordas do corpo até 30 dias após a ingestão deste composto, é muito perigoso fumar mesmo um único charro; insinuando ser inimaginável o efeito que estes metabolitos do THC po­derão ter sobre a raça humana a longo prazo, e outra conversa dupla pseudo-científica (p. e., o uso de frases como "po­diam" "significassem hipoteticamente" "possivelmente", "talvez", etc.)*

*"Pode, poderia, talvez e possivelmente não são conclusões científicas". Dr. Fred Oerther, Setembro de 1986.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

A Receita de Dr. Nahas para Orçamentos Policiais Inflacionados! [OnJack Ed. #193]

Postagens anteriores aqui!

 

Incrivelmente, um famoso estudo provando a eficácia da cannabis na redução de tumores (ver capítulo 7) foi originalmente encomendado pelo governo federal na pressuposição de que a erva lesionaria o sistema imu­nitário. Isto baseava-se nos estudos "Loucura do Charro" conduzidos em 1972 pelo duvidoso dr. Gabriel Nahas da Universidade de Columbia.

 

Este é o mesmo dr. Nahas que pre­tendeu que os seus estudos mostravam que a erva lesionava os cromossomas e a testosterona (hormônio masculino), e causava incontáveis outros efeitos hor­rendos que sugeriam o colapso do sis­tema imunitário. O currículo profis­sional de Nahas liga-se com a CIA/OSS e mais tarde com a ONU, onde traba­lhou em estreita associação com Lyn­don LaRouche e Kurt Waldheim.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Macacos-Cobaias – 63 baseados em 5 minutos! [OnJack Ed. 192#]

Postagens anteriores aqui!

 

Desde 1976, o nosso governo federal (p. e., o NIDA, o NIH, a DEA* e o Action), grupos patrocinados pela polícia (como o DARE*), e grupos de interesses especiais (como a PDFA*) proclamaram a setores da opinião pública, à imprensa e aos pais americanos que estão na posse de "provas absolutas" dos chocantes efeitos negativos causados por fumar marijuana.

*Instituto Nacional de Abuso de Drogas, Ins­tituto Nacional de Saúde, Agência de Repressão das Drogas Educação para a Resistência ao Abuso de Drogas, Parceria para uma América Livre de Drogas.

 

Quando as investigações que o gover­no americano patrocinou antes de 1976 indicaram que a cannabis era inofensiva ou benéfica, a metodologia que presidiu a cada estudo era sempre apresentada detalhadamente nos relatórios; p. e. leia-se The Therapeutic Potential of Mari­juana (1976) para se saber exatamente qual foi a metodologia aplicada a cada um dos estudos médicos.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Capítulo 15: A História Oficial – Desmontando a Má Ciência! [OnJack Ed. #191]

Postagens anteriores aqui!

Após ter passado 15 dias a ouvir depoimentos e mais de um ano a fazer deliberações legais, o juiz em direito administrativo da DEA, Francis L. Young, instou formalmente a agência antidroga a autorizar os médicos a receitarem marijuana. Num juízo pronunciado em Setembro de 1988, Young considerou: "A evidência constante neste registro mostra claramente que a marijuana é reconhecidamente capaz de aliviar os tormentos de um grande número de pessoas gravemente enfermas, e de o fazer com segu­rança, baixo supervisão médica. (...) Seria irrazoável, arbitrário e capri­choso por parte da DEA continuar a intrometer-se entre o sofrimento destas pessoas e os benefícios que, à luz das provas constantes neste re­gistro, esta substância causa. Em termos estritamente médicos, a marijua­na é muito mais segura do que muitos alimentos que consumimos nor­malmente (...) a marijuana na sua forma natural é uma das mais seguras substâncias terapeuticamente ativas conhecidas do Homem".

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Os Entorpecidos pela Mídia! [OnJack Ed. 190#]

 

Apesar de, nos anos 60 e 70, as mídia nacionais terem injetado uma forte dose de racionalidade e de fatos no de­bate sobre a cannabis, em grande medida eles foram incapazes de fazer a distinção entre a proibição da marijuana e a mais vasta histeria da "guerra às drogas", a qual "tinha mais saída" nos anos 80.

 

Os ativistas do cânhamo foram igno­rados, os eventos que promoveram fo­ram censurados e excluídos das grelhas de programação — os meios de comunicação recusam mesmo anúncios pagos sobre eventos ou produtos legais de câ­nhamo, não destinados a ser fumados. O que é que aconteceu à verificação dos fatos?