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sábado, 30 de maio de 2009

[Ed. #13] ErvaMundi=======>Andorra? ----------->Angola!

Chegamos em Andorra e não conseguimos entender nada. A língua oficial é o catalão, mas pelas ruas se ouve castelhano, francês e até mesmo portugês. Andorra é um país muito pequeno, na verdade, o quinto menor da Europa, e está localizado entre o nordeste da Espanha e o sudoeste da França. Ou seja, falar da cultura de fumo da nossa Santa Maria em Andorra, parece semelhante ao que acontece nesses outros dois países. Mas difere…vê só:
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Segundo a Wiki, o principado de Andorra é hoje um país próspero por ser alvo de turistas e investimentos sob forma de paraíso fiscal. Então, como podemos ver, existem drogas por lá bem piores do que a nossa Santa Erva. Contudo, em um fórum na internet, nossa equipe de pesquisa conseguiu localizar um depoimento no mínimo curioso, de um viajante que passou por lá:
“Ok, they still have strange clothes and look, and you wonder if their 10 years old children already smoke marijuana.”
Quer dizer, “Eles também têm roupas e aparência estranhas, e acredite, as crianças com dez anos de idade já fumam maconha”. Ora, pelo preconceito inicial da frase, não se sabe dizer se a segunda afirmativa pode ser digna de credibilidade. Fato é que nossa reportagem não poderia passar a semana inteira num país desses, onde nem um finório de bob conseguimos encontrar.
Então se liga, saimos da Europa e voltamos a respirar ares africanos, ainda embalados pelo idioma português, mesmo que meio estanho. Sim, partimos diretamente de Andorra – paísinho pequenho da porra – pra Angola. Se liga só na marola:
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Para quem não sabe, um dos nomes mais tradicionais já dados à maconha foi “fumo-de-angola”. Porque será? Ainda mais longe, etimologicamente, maconha é uma palavra oriunda do português de lá. Diz-se que muitos escravos angolanos foram trazidos ao Brasil, e esses foram responsáveis por nos doar essa cultura magestosa e rica. Contudo, nosso estudo parece poder concluir que Angola não é o melhor dos produtores da planta. Segundo o portal 800px-LocationAngola.svgAngolaNotícias, um dos principais focos de origem do tráfico de drogas seriam Rio de Janeiro e São Paulo. Um comentário contesta o que diz a mídia, afirmando que na verdade a droga viria através dos libaneses.
Sem essa de empurrar pra um lado ou outro. Afinal, o tráfico existe. E se existe, é porque as entidades locais ainda não entenderam ainda que a maconha pode ser legalizada e isso seria um ato de redução dos danos causados à sociedade. Por lá certamente rolará um do bom, mas não foi possível um levantamento muito aprofundado.
A cultura sim demonstra a cara de um povo. E em portugal conseguimos descobrir uma banda cujo mentor, líder e vocalista é um angolando, chamado Janelo da Costa. É, o nome do cara é Janelo. E a banda se chama Kussondulola. O nome da música que escolhemos para postar aqui não engana: Chá de Canabis!
O ErvaMundi multi-contineltal de hoje fica por aqui. Na próxima ida, vamos tentar embarcar para Antígua e Barbuda, mais um burcado do mundo, desta vez na América Central. Será que tem hemp, meu brow? Será? Vamos com a Hempada!
Ah…o Hempadão aproveita para se desculpar pelo atraso, mas é foda. Muito fuso-horário diferente. E sequela, né? Enfim, tamo junto. Entra na roda, chega mais…

[Ed. #13] RastaFórum: Governo nega heroismo de Bob Marley

O ErvaMundi está longe de chegar na Jamaica, mas aqui no RastaFórum nossa conversa está sempre girando pelo muros de Trenchtown. E por lá uma comissão destinada a analisar honras nacionais negou ao Mestre a honra de herói nacional, o mais alto título do país. A Ordem do Herói Nacional é concedida pelo governo da Jamaica aos cidadãos que "prestaram serviços da natureza mais distinta para a Jamaica".
Ora, talvez Bob tenha sido tão grandioso e tão imitado, que seus trabalho não possa mais ser considerado distindo, mesmo sendo de natureza proporcinalmente distinta. A comissão avaliou que o sucesso das músicas de Bob não é suficiente para que ele receba o título. É, ele é simplesmente o homem que colocou a Jamaica no mapa!
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De qualquer forma, ainda antes de morrer, em 1981, Bob foi agraciado com o título de Ordem ao Mérito, o terceiro título de destinção do país.
Por lá, muita gente deve mesmo não importar para o que a comissão decidiu, e devem sim tratar Bob Marley como se fosse um verdadeiro herói. Daqueles que permanece vivo e presente na história e memória de seu povo.
Entre na roda e deixe sua opinião: Será que até o Rei do Reggae sofre preconceitos perante os governantes e por isso ele não recebeu o título? Ou ‘será que de fato eles tem outras figuras mais adequadas ao perfil de Herói Nacional? Se fosse eleito, Bob seria o décimo terceiro a conquistar o títuo.
Leia a matéria do G1, sobre o assunto

sexta-feira, 29 de maio de 2009

[Ed. #13] HempSong: Soldiers of Jah Army! S.O.J.A

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Sexta feita, 4 e 20, atrasado ou não, é dia de HempSong! Hoje vamos trazer uma banda de reggae não muito conhecida da maioria. Na verdade, ela nos foi indaca por nosso leitor Torugo. Trata-se de uma música bem digna do estilo que carrega consigo, com mensagem interessante sobre preconceito e a revolta nossa de cada dia, contra a Babilônia fodida que nos persegue e maltrata.
Para quem quiser, no youtube rola um videozinho com legenda! Clique aqui para assistir.
O nome da música é Rasta Courage! EnJOINT!


O site que hospedava a múscia saiu do ar.

[Ed. #13] bONG: Tática de Guerrilha contra a Negligência!

por Marco Hollanda
Essa história acontece em uma época que a polícia ainda não buscava inspiração  no filme Tropa de Elite para abordar e repreender alguém que foi tropa de elite - 02.jpgpego com a hempa na butija. Apesar de ter como cenário o Rio de Janeiro, este filme inspirou a truculência de guardas negligentes em todo país. E Belo Horizonte (MG), cenário da nossa história de hoje, não é uma exceção.
A hora de renovar os estoques da hempa nossa de cada dia é um dos momentos mais tensos na vida de um usuário. Mesmo com a erva ainda guardada no saquinho, a bad trip pode bater a qualquer momento. Basta ouvir um “encosta na parede, maconheiro safado!” que o filme de terror tem início.
Nosso personagem de hoje estava saindo de uma favela próxima a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) portando cerca de 15 gramas da preciosa planta. Quando já fazia a contagem regressiva para tacar fogo na palhoça, surge a guarda que ataca com toda a sua negligência.
A primeira intimidação como de costume é a ameaça de agressão física. Só que dessa vez, nosso personagem consegui escapar. Usou a tática de assumir o papel de um estudante universitário oriundo das classes mais altas da sociedade mineira. Alguns podem achar uma saída covarde, mas diante do jogo sujo da guarda, qualquer solução encontrada para fugir de uma seção de agressões físicas deve ser tolerada.
A estratégia de nosso personagem que se livrou de ficar com a cara roxa serve para confirmar que a guarda negligente não se preocupa com o fator que serve para diferenciar usuários e traficantes: a quantidade de hempa que cada um carrega. Na lei da guarda, apanha-se o suburbano que foi comprar maconha depois de sair do trabalho, e leva para a delegacia, mas não o estudante universitário que avisa aos tiras que seu pai é gerente de banco. Pela lei oficial, ambos mereciam o mesmo tratamento. Mas como isso não acontece, bancar o tropa de elite - 01.jpgpapel de playboy, mesmo não sendo, pode ser uma solução para se defender de qualquer tipo de maldade que passar na cabeça dos agentes dessa banda podre da polícia.
Porém, a guarda não podia deixar de passar essa história sem cometer nenhuma atrocidade. O caminho para a delegacia mais próxima foi transformado em uma verdadeira via crucis para o nosso personagem, que ficou passeando de camburão bem mais do que o tempo necessário. Pura intimidação de quem ficou com raiva por não ter usado o porrete.
Você também passou por momento de tensão na mão da Guarda e sua Negligência? Conte sua historia para a equipe do Hempadão: hempadao@gmail.com

quinta-feira, 28 de maio de 2009

[Ed. #13] Hemportagem: Me Vê Um Malboro Marley!

por Pietro
Na Hemportagem de hoje nós vamos falar sobre a maior empresa tabagista do Brasil, a Souza Cruz. A empresa fundada, por um imigrante português, no Rio de Janeiro, é uma subsidiária da British American Tobacco. A empresa tem LogoSouzaCruzcomo função desde a produção e processamento de fumo, até a fabricação e distribuição de cigarros. Mas nós estamos no Hempadão e não é o tabaco o nosso interesse, como nossos leitores sabem nosso assunto preferido é a Santa Maria. E onde entra a Souza Cruz neste assunto?
Tomando a Revista super interessante como fonte, descobrimos que a empresa Souza Cruz mantém os olhos abertos e planos preparados para caso haja uma futura legalização no Brasil. Em consulta ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), sob o código de registro 817607064, é possivel averiguar que a Souza Cruz detém a patente da marca “Marley”. Na verdade, o voraz leitor da hempada já consegue imaginar o que a empresa pretende vender, se utilizando do nome do ídolo Bob, né?
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De acordo com o site da Souza Cruz, sobre o tabaco:
“Na produção de fumo, cerca de 39 mil famílias de produtores integrados recebem sementes, insumos, assistência técnica e garantia de compra da safra. No fim da cadeia produtiva, mais de 247 mil varejos, em quase cinco mil municípios do Brasil, são atendidos diretamente pela companhia.”
Se na Califórnia, cujo o clima não é tropical e as plantações de maconha são de posses das farmácias, geram uma renda anual de 14 bilhões de dólares, imagina o quanto renderia as plantações monopolizadas por uma empresa tabagista em um país de clima tropical, detentor do triangulo da maconha que em plena ilegalidade já é um dos maiores produtores de maconha do mundo.
É isso ai, caro leitor, espero que tenha saciado a sua fome de informação. Cada dia estaremos mais perto da legalização. Cabe a nós conscientizar e continuar lutando a favor... Nossa matéria fica por aqui. E não se esqueçam que domingo tem o lançamento do DOWNDOIS, editorial com filmes que a sua televisão não lhe apresenta. Então fica por nossa conta! Fiquem na paz.

[Ed. #13] Adão e Erva: Sobre as Fêmeas! Com amor…

Há um tempo atrás, Adão fez um post chamado Só as Fêmeas dão Onda, Mané. Ele dizia respeito à um tópico, criado na comunidade “Mulher Maconheira é Nojento”. Para desgosto dos caretas, essa comunidade morreu.
Parece inacreditável. Mas um belo dia o dono da comunidade deixou de existir no orkut…e quem tomou conta dela foi o Ramon, um maconheiro! Aquela que era a Mulher Maconheira é Nojento, como já era reduto de maconheiros que defendiam o fim desse preconceito, virou Mulheres Maconheiras do Brasil!
Hahahaha…é certo que muita gente vai sair da comunidade, mas é certo que muita gente também vai entrar. As mulheres devem ser cuidadas, como as nossas mudas, e as mulheres como a Erva…devem ser exaltadas! A comunidade propõe isso. O Hempadão também.
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Mulheres maconheiras não são feias, mandou dizer Adão. Não são sujas, nem vagabundas, nem irresponsáveis. Porque elas sofrem maiores preconceitos?
O Hempadão está unindo forças para marcar a história dos dreads loiros de cada menina! Adão mandou dizer que o post de hoje fica por aqui…em tom de mistério.
Com a palavra, a voz da sabedoria: “Aguarde e verás!”

quarta-feira, 27 de maio de 2009

[Ed. #13] Aspilão: Big Arnold

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"Devemos estudar muito cuidadosamente o que os outros países estão fazendo para legalizar a maconha e outras drogas."
Arnold Schwarzenegger, governador da California

[Ed. #13] HempTube: Será que isso é um bom argumento?!

Existe um tópico criado na comunidade Legalização Consciente que diz: Maconha Vicia. Tinha tudo para ser um tópico falido, afinal, é criado por um típico fake, desses que não mudam nunca de opinião e infernizam com argumentos curtos, mas munidos de certezas absolutas, irrevogáveis. Podíamos simplesmente ignorar. Mas não dá. Até o Hempadão entrou na história. O primeiro post do tópico foi mesmo tentador, se liga só. Clique na figura e viaje.LC Maconha Vicia
Transcrevendo o argumento do cara, desencadeador do debate que já rendeu mais de 300 novos posts:
“Para os maconheiros fumetas de plantão que falam que maconha é uma erva natural, da paz, e bla bla bla, um estudo feito por Anthony Wong, médico pediatra do Instituto da Criança do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e diretor do CEAOTOX, Centro de Assistência Toxicológica da USP.
(...)
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"Drauzio – Maconha vicia?
.
Anthony Wong – Muita gente diz que maconha não faz mal e não vicia. Afirma que a dependência é apenas psicológica e que, portanto, o usuário consegue abandonar a droga quando quiser. Quem pensa assim está enganado. Maconha vicia, sim. No meu consultório, atendo adolescentes levados por pais preocupados com o fato de os filhos estarem fumando maconha. Embora nenhum desses adolescentes se considere viciado, a todos proponho o mesmo desafio: 90 dias sem fumar um único baseado sequer. Como controle, a cada quinzena devem fazer um exame para verificar se há ou não traços de canabinol na urina. Nunca houve um que apresentasse resultado negativo. É claro que depois de certa idade, alguns trocam a maconha por outros interesses, mas infelizmente alguns a substituem por drogas mais pesadas."
.
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http://drauziovarella.ig.com.br/entrevistas/ilicitas1.asp”
Bem, se você tiver coragem, visite o post. A rapaziada deu um verdadeiro show de argumentação. Parabéns, moçada. Só quem não quer, não vê que somos  um coletivo cuca-boa. E para o leitor assíduo da Hempada, o HempTube: presente de nossos tradutores oficiais! Isso eu acho que é um ótimo argumento para combater a “tese dos 90 dias” apontada pelo doutor, não? Láá…láááh…Laricas!

terça-feira, 26 de maio de 2009

[Ed. #13] Chapa2: Fastfood atrapalha rendimento escolar das crianças!

por Marco Hollanda
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Um estudo realizado com crianças entre 10 e 11 anos concluiu que aquelas que consomem refeições de fast food pelo menos três vezes por semana possuem rendimento até 16% inferior em testes de leitura e matemática. A pesquisa foi feita pela Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos.
Nossa Hempada não vai debater sobre os péssimos hábitos de alimentação do homem moderno. Mas vamos usá-lo para uma comparação com a nossa Santa Erva, que é proibida com o argumento de ser uma droga que causa danos a quem a utiliza, além de destruir a harmonia da sociedade de bem.
Se o mundo fosse um lugar livre de preconceitos, em que todas as decisões fossem tomadas com base em critérios técnicos e bem fundamentados, as redessuper size me de fast food seriam imediatamente fechadas após um estudo como esse feito pela  universidade americana. Se a maconha é proibida porque faz mal, nada mais justo do que proibir o consumo de refeições que contribuem para o emburrecimento da população.
Mas esta Hempada não deseja a proibição do fast food. É até bom matar a larica de vez em quando. Imagina se proibissemos, criariamos mais uma rede de traficantes que transportariam hamburgueres contrabandedos dentro de malas com fundo falso e por outras centenas de engenhocas cada vez mais mirabolantes. Junto com isso, aumentaria a corrupção policial, a marginalidade e todas aquelas coisas que já estamos cansados de saber. Fora que, ainda nessa viagem, é sempre muito difícil e ineficaz proibir aquilo que as pessoas poderiam continuar fazendo em casa, de forma particular.
Refletindo um pouco mais sobre o assunto, vamos sair da esfera política para entrar na familiar. Será que os pais, mesmo sabendo que o consumo exagerado de fast food vai emburrecer seus queridos pimpolhos,  vão continuar acreditando ser um ato carinhoso comprar um McLanche Feliz para as crianças?
Se isso continuar acontecendo, será que se meu filho me perguntar o que é maconha eu posso oferecer a Santa Erva para o menino com o mesmo sentimento de culpa de quem leva seu filho para deliciar um prato cheio de esfihas de 49 centavos acompanhada de um big_mac_01_1280x1024copão de refrigerante? E será que é justo que uma criança chegue a idade adulta sem conhecer o prazer de uma batata frita quentinha?
Semana passada apresentamos a história de uma mãe norte-americana que observou uma amiga soltar fumaça de maconha na boca do filho. Ela foi culpadada por ter uma atitute irresponsável, já que ela, ao contrário da criança, tinha o conhecimento de que a maconha poderia ser nociva ao seu filho. Mas será que as pessoas de bem deste planeta vão passar a olhar de forma horrorizada uma mãe comprando um Bic Mac para seu filho? Devemos chamar a polícia? Ela deve perder a guarda da criança?
Acredito que a maioria dos hemponautas está pensando que tal atitude seria um exagero. Pois os editores desta Hempada também pensam assim. Proibir o fast food  poderia abrir espaço para o surgimento de mais um rede de traficantes. Acho que já deu para entender que a melhor forma de prevenção é a educação e não a repressão. E já que nem tudo que faz mal precisa ser banido da sociedade, porque manter a proibição da nossa Santa Erva?
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[Ed. #13] OnWave: Erowid.org! Banco de Dados sobre Drogas!

Fala, galera!
Aqui estamos para compor a décima terceira edição da Hempada. Hoje o OnWave será breve, afinal, vamos passar a bola diretamente para um outro site pico, que nenhum usuário pode deixar de conhecer. Trata-se do Erowid.org, um banco de dados completo sobre quase todos os tipos de drogas existentes.
Aqui na Hempada nós somos fãns exclusivos da Santa Erva, mas a informação é sempre companheira. Aliás, escolhemos ela como única justamente porque somos munidos de todo tipo de informação. Lamento pelo site só poder ser acessado em inglês, mas confio na perspicácia de nossos leitores pelo menos na leitura instrumental da parada. Ou seja, dá pra entender alguma coisa. O site mais do que informativo é referência no assunto. Então aviso logo que a viagem é das melhores. Clique aqui na imagem abaixo e: vai que vai, brother!Erowid Só pra lembrar: O site Semente da Maconha continua atendendo usuários de todo o Brasil com confiabilidade e segurança. Já deu um rolé na loja? Tá namorando o que de bom? Essa é a hora! Imagina só: tirar aquela onda com o bong ou camisa importada diretamente de Amsterdam. Clique no banner da loja e viaje até lá!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

[Ed. #13] BeckBeat: O Bom e Velho Reggae!

por Café com Leite
O que chamam de base no hip hop, chamam de riddim no dancehall, e os últimos riddims têm sido uma mistureba só. Uns são mais eletrônicos, outros mais afro, outros estilo anos 80. Eu gosto de vários, mas o pessoal mais roots costuma ter um pouco de resistência, acho eu que por falta de costume de ouvir reggae, mesmo, por esperar ouvir sempre algum clone do Bob. Mas o reggae seguiu sua evolução natural, recebeu influências através dos anos, influenciou outros gêneros e por eles foi influenciado, e eu acho isso ótimo. O futuro é mulatinho, a mistura é imprescindível. Raça pura é menos resistente, pra evoluir de verdade precisamos nos misturar em todos os sentidos, aprender a aceitar o outro como parte do todo, nem mais nem menos importante.
DAvid Anthony Harrisingh, Craig SErani Marsh e Craig Andrew Harrisingh são os produtores de riddims conhecidos como DASECA. Eles são da turma mais moderninha e fizeram um riddim que eu acho super anos 80, uma mistura de música de filme da sessão da tarde (Um Tira da Pesada, qualquer um do John Hugues) com dancehall, ouça na voz de Movado:
Já o Tarrus Riley é filho do old school Jimmy Riley e seguiu a tradição mandando super bem, totalmente atual e roots. Nesse vídeo ao vivo você pode ver pai e filho arrasando no palco em um festival na Holanda ano passado, cantando Pull Up Selector:
O tempo só passa pra frente, o reggae feito hoje, um dia vai ser vintage, aproveite agora!
ONE LOVE

[Ed. #13] RedEyes: Eu quero ter um moleque!

[O estagiário é uma figura. E agora inventou essa de querer ser pai. Mal escreveu o post, foi pro reggaezin. Escreve tudo errado, mas a imagem diz por ele. Que lindeza, não?]
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Ando meio contrariado com o que aconteceu ae no blog com a rapaziada da conecrwdinoteria porque o hiato se formo entre a a haste e abandeira no momento em que a comunicação falha e a fala se manisfestou sem voz. To sem namorada e sem muito nexo com palavras mas é porque vocês já sabem e se acostumaram com a coisa que corre solta igual os dreadlock do menino da foto ali de cima.
Eu to querendo ter um moleque pra torar os dreadlindo nele igual o da mamãe to até pensando em voltar pra Holanda visitar a casa da Semente de Maconha, em Amsterdan…e arrumar uma rasta!
Se vocês num entrarem na roda vão cortar minha cabeça. Quero ser efetivado! Por uma questão de leite e pão pror filho que ainda virá. Thau ae. Até lá.