por Várzea Crew
Com toda a repercussão que rolou no post sobre o Raimundos, nós do Discolized passamos a olhar um pouco mais para a música do nosso país, que por sinal é repleto de som bom. Pra falar de som bom e de honrar nosso Brasil, ninguém melhor do que Gabriel, o Pensador.
Tudo começou em 1992, com a famosa e polêmica música "Tô feliz, matei o presidente". O carioca Gabriel, que na época tinha apenas 18 anos, foi duramente censurado e teve esse som cortado das rádios. Porém, pouco tempo depois, o feitiço virou contra o feiticeiro e a censura alavancou o jovem rapper. O Pensador foi contratado pela Sony Music e lançou seu primeiro álbum, que incluía a faixa censurada. Assim, uma das maiores (e melhores) críticas já feitas ao governo Collor pôde ser ouvida por todos nós sem maiores problemas.

[Ed. #75] Discolized: Gabriel, O Pensador do Rap Nacional!

Esta semana o bONG conta o desfecho de uma história das mais assustadoras que já passaram por aqui. Para recordar, a repressão se passa na Praça Estoril, em São José dos Campos (SP). A história foi interrompida no instante que o guarda acusa de tráfico os dois jovens que portavam três buchas de maconha. Ao questionar a acusação, o tira fora da lei disparou de forma imediata:
Em abril de 2010 a CBS NEWS resolveu fazer uma pesquisa de âmbito nacional, nos Estados Unidos, com o objetivo de estabelecer uma média de pessoas que são a favor ou contra a legalização da maconha. A pesquisa comprovou que pelo Estados Unidos todo existe apenas uma pequena maioria que é a favor desta repressão, e que este numero vem diminuindo com o tempo.
Adão não vê a hora da legalização. Isso porque o Gabriel, O Pensador falou uma "meia-verdade" em uma de suas músicas. Assim: "E o cachimbo do índio continua proibido, mas se você quer comprar é mais fácil que pão". Será? Não é bem por ae... a proibição além de expor o usuário ao risco, dificulta muito o processo fazendo com que o contato com a erva se dê somente através de mil mãos, o que poderia se resolver em dez dedos e um bocado de terra.
Na concentração não se sabe quem seguirá com a Marcha da Maconha, a primeira desse tipo no Rio Grande do Norte. A galera está espalhada, mantendo certa distância. O Pau e Lata chega, inicia aquela batucada característica. Uns se animam, aos poucos os manifestantes estão se juntando. A organização dá algumas informações sobre a erva. Também atentam para que todos se comportem. Sem usar, vender, portar! Olho ao redor, começo a mexer a cabeça no ritmo da batucada. Os olhos vermelhos e baixos, a boca seca, a cara de chapado, perco a vergonha. Puxo o cartaz e o levanto. “Deixa eu plantar em paz!”.


Estamos em época de eleição, o céu nublado, chuva… Mas a galera pode sempre contar com o Hempadão para descontrair e o SignoSativo é uma das editorias mais indicadas! Sagacidade e descontração se juntam aqui para mostrar com bastante humor o que pode acontecer na sua semana.
Leão:
Daqui até a eleição o Chapa2 assume o compromisso de buscar e indicar políticos que abraçem a nossa causa da legalização da maconha. E a nossa GoodList só tem aumentado. No campo dos presidenciáveis, Plínio Sampaio, do P-SOL, não tem parado de dizer sobre a indústria da maconha e seu viés de utilização cultural, assim como levantado a ideia da legalização tanto do consumo como produção. 
A palavra “canvas” (lona, tela) é a pronúncia da língua holandesa (duas vezes removida, do Frânces e do Latim) da palavra “Kannabis”*, do grego. 
Apesar da tentativa de proibição por parte da polícia, a cidade de Natal teve a sua Marcha da Maconha passando pelas ruas da cidade sem nenhum tipo de conflito. Cerca de 500 manifestantes caminharam pelo entorno da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A mensagem em defesa da legalização foi passada sem confusões, prisões ou apreensões.
Semana passada o Discovery Hemp apresentou resultados de estudos que analisaram a relação entre o uso de maconha anteriormente ao ato de dirigir e o aumento de risco de envolvimento em acidentes de carro. A grande dificuldade de estudos baseados na estatística é a falta de um grupo controle capaz de servir como base comparativa e, assim, se definir o aumento ou não da probabilidade de acidentes no trânsito. Os estudos mais significativos foram aqueles que levaram em consideração a culpa do motorista envolvido no acidente. Hoje, continuaremos esta discussão analisando os resultados de estudos de casos reais, mas que foram feitos com base em grupos controles e grupo dos casos, nos quais o grupo dos casos são os indivíduos que usaram maconha antes de dirigir e o controle são os motoristas que não usaram nenhum tipo de droga.
Este é um filme intrigante que trata da dura realidade das guerras civis do continente Africano. Em especial um país com uma gangue liderada por crianças. De tráfico a homicídios o drama gira em torno de uma triste face do nosso mundo. O filme foi aplaudido e ganhou menção honrosa no festival de Cannes.




