por Walter Lomphill
Sem delongas, de longe o Signo Sativo é só um incentivo a sua própria viagem de luz. De perto, o signo talvez dê certo. Mas nunca se sabe, não se imagina o que cabe na gaiola do destino. Por isso desde menino entoo uma frase feito hino: vivo sem preconceito e nunca, nunca recrimino. Saca?
Sagitário:
Você sente mais necessidade de espaço. Seja prudente e não impaciente. Caso a mente apertar é melhor dar um tempo da roda. Saiba respeitar os fluxos introspectivos da vida.

[Ed. #93] SignoSativo: Horóscopo da Bala de Crystal!
Essa semana está recheada de boas dicas para os leitores do Hempadão! E vamos por ordem de militância. Primeiro devemos avisar que as Reuniões da Marcha da Maconha estão acontecendo em todo o país - fiquem ligados! Dia 9, próxima quinta, vai rolar encontro do Coletivo de Niterói, que vai ser na UFF, às 19 horas. O Coletivo do Rio de Janeiro vai se encontrar mais uma vez no dia 11. E no domingo é a vez do povo de Atibaia fazer sua reunião, veja aqui no
Notícias falando sobre a discussão acerca da legalização das drogas, principalmente da maconha, surgiram em jornais e principalmente na internet nos últimos dias. No domingo, o governador do Rio,
Depois foi a vez do diretor de Tropa de Elite, José Padilha, defender a legalização da maconha, repercutindo as declarações do governador. Por outro lado, uma pesquisa feita pelo instituto 
Em agosto, depois de apenas 3 meses de crescimento, a safra de cânhamo de Timken cresceu até seu tamanho máximo: 4,27 m. E ele estava bem otimista com as expectativas. Ele queria viajar para Califórnia e assistir a safra sendo decorticada, vendo com seus próprios olhos como um benfeitor da humanidade que faria com que as pessoas pudessem trabalhar menos horas e ter mais tempo para “desenvolvimento espiritual”.
Tempos de guerra, além de mortos, geram o debate e a reflexão. O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, parece que mudou de opinião e digeriu todo o caos da cidade de forma diferente. Ele se comprometeu a levar à presidente eleita, Dilma Rousseff, a ideia de defender um debate pela legalização planetária das drogas leves, a começar por quem...? a maconha!
É o que diz Prakash Nagarkatti, líder de um estudo sobre os efeitos da maconha no sistema imunológico, realizado na Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos. Segundo a pesquisa, o THC presente na maconha pode aumentar a vulnerabilidade do organismo à doenças, como o câncer e a pneumonia, mas por outro lado pode ajudar no combate a doenças autoimunes, quando o corpo passa a reagir contra suas próprias células, como é o caso da esclerose múltipla.
viver”, então sob tais preceitos, os estudos culturais mal conseguem analisar um movimento ideológico contracultural, mas isso porque não conheceram Humboldt County.
Esse sábado voltamos para o Rap nacional, mas dessa vez não pra falar de letras chapantes e com muita ganja no meio, mas sim do grave problema de violência que estamos vivendo no Rio de Janeiro. E para isso nada melhor do que um álbum com letras que retratam a realidade vivida. Na minha humilde opinião, a pessoa que vamos falar no texto abaixo é uma das mais importantes que esta faltando para defender o movimento da legalização, já que sabe o que é viver no meio de guerra e violência.
Para manter a energia gerada pelo Catch a Fire, os Wailers voltaram ao estúdio de Harry J. em Kingston no verão de 1973 para gravar uma continuação. Lançado pela Island bem no finzinho do ano, Burnin’ era mais politicamente engajado que seu antecessor, já com a primeira faixa incitando os mais pobres a “Get up, stand up, stand up for your right/Get up, stand up, don’t give up the fight.” (em português, algo como: “Levante-se, levante-se para os seus direitos/Levante-se, não desista da luta.”).
genial
Uma tendência cada vez maior entre usuários de enteógenos, especialmente entre aqueles que não os utilizam apenas em ritos instituídos, tanto no Brasil (ex: Barquinha, Santo Daime, União do Vegetal, CEFLURIS, etc), quanto no mundo (Native American Church...) tem sido o auto-cultivo de seus próprios enteógenos. Com a prática do auto-cultivo de plantas de poder, os usuários de enteógenos têm um contato mais estreito com suas plantas e um vínculo diferente, portanto, daqueles que apenas compram.
Quem acompanhou os acontecimentos da ultima semana pelos jornais, principalmente a Televisão, em particular a Rede Globo, viu um verdadeiro reality show em tempo real. Nele, os inocentes, a honesta e cumpridora das leis classe média carioca, estavam sendo “atacados” pelo inimigo do mal, que se veste de bermuda e chinelo, mora nas favelas, vende drogas e geralmente é negro. Rapidamente, o herói Beltrame entrou em ação com toda a sua “liga da justiça”, que vai de carniceiros altamente treinados a tanques utilizados em guerras continentais. No fim, venceu o “bem”, e rapidamente foram escolhidos os culpados: os usuários de drogas.

especial para tentar refletir muito mais do que discurso televisivo proporciona sobre o novo fenômeno midiático de cobertura massiva, a Guerra no Rio de Janeiro, aleatória e covarde.




