O próprio juiz de direito administrativo da DEA, o conservador Francis Young, depois de ouvir testemunhos médicos durante 15 dias e de rever centenas de documentos da DEA e do NIDA, antagonizando a evidência apresentada pelos ativistas da marijuana, concluiu em Setembro de 1988 que "a marijuana é uma das mais seguras substâncias terapeuticamente ativas conhecidas do Homem".
Mas apesar desta preponderância de provas, John Lawn, o diretor da DEA, ordenou em 30 de Outubro de 1989 que a cannabis se mantenha classificada como narcótico da Cláusula Um — não tendo qualquer utilização médica conhecida. O seu sucessor, Robert Bonner, que foi nomeado por Bush e reconduzido por Clinton, foi ainda mais draconiano na sua aproximação ao cânhamo/marijuana enquanto remédio. Thomas Constantine, o atual administrador do DEA, nomeado em 1993 por Clinton, apoia políticas muito piores ainda do que as de Bonner.