por Fernando Beserra
Quem mais que ele, que foi apresentado pelo presidente Nixon como “O homem mais perigoso da América” pode ter nas gavetas dos dossiês os nomes de Allen Ginsberg, Cary Grant, Jack Kerouac, Carlos Castaneda, Charles Olson, Gordon Liddy e muito do que a geração Beat representou de poetas, escritores e cineastas? Seu ponto comum: o LSD. Este homem é Timothy Leary (1920-1996), psicólogo da Universidade de Harvard (até 1963, data na qual ele foi demitido) e experimentador de todos os terrenos de certo número de substâncias cujo efeito foi qualificado de psicodélico para permanecermos na arte do eufemismo. Tudo partiu da descoberta maravilhosa dos cogumelos alucinógenos durante uma viagem ao México e do trabalho que se seguiu com a psilocibina, que eles contêm. Leary não descobriu os efeitos alucinógenos do LSD (foi o químico suíço Albert Hoffman nos anos 40, e novamente, sem ser nem mesmo de propósito), mas ele pôs em luzes seus efeitos sobre o comportamento.

[Ed.#123] Portas da Percepção: Os Arquivos Voadores de Timothy Leary!
Militância ativa e fortalecida não se organiza apenas com marchas e mais marchas. O Maio Verde despertou a atenção do grande público e a fúria de conservadores, mas se repetido incansavelmente ao longo do ano pode cair no perigoso terreno do desprezo. Quem luta pela legalização pode usar a a marola ativa nos canabinóides para pensar em atos inovadores que mantenham a maconha na pauta do debate político.
Estoura o estopim para a largada e o vencedor desta corrida levará consigo todo o turismo canábico da maior potência do mundo. Para quem tá ligado na nossa revista diária, já sabe que no ano passado Washignton, a capital do país, e cidade que leva o nome de um dos compositores da ainda vigente legislação americana, George Washigton, resolveu Legalizar por unanimidade o uso medicinal da Cannabis.
no fogo da informação, enquanto caretas só caretas são porque debatem com a emoção e não com a razão. Quero ir fundo nessa equação com todas possibilidades da língua e sua permissão. 


“Eu não tenho preconceito. Às vezes fumam perto de mim e eu não falo nada. A política de repressão só faz aumentar a criminalidade.”
Você aprova a legalização da maconha?
Todo mundo sabe que o 


Boas energias com direito a aquecimento mental para brisar nesse frio de norte a sul do país. O post de hoje é mais um signo sativo semanal, a editoria que faz a cabeça e crença de vários crentes e, no mínimo, a comicidade dos céticos. Viaje no bong de cristal:


A cannabis contém mais de 60 compostos dotados de ação curativa em terapias médicas ou vegetais. O principal é o THC, e a eficácia da terapia é diretamente proporcional à potência, ou concentração, deste composto na erva. Notícias recentes veiculadas pela DEA referindo variedades mais potentes de marijuana representam um avanço médico da maior importância, mas, incrivelmente, as autoridades usam estes dados para solicitar verbas acrescidas para combater a erva e penas mais severas para os seus utilizadores.

Recentemente, foi processada e julgada uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental acerca da legalidade da Marcha da Maconha, enquanto manifestação de ideias. Isto significa que houve um processo judicial que determinou que a Marcha da Maconha não pode ser proibida, pois é uma legítima manifestação de opinião.
São Paulo, 2 de julho de 2011. Quando a palavra maconha foi gritada pela primeira vez no vão do MASP, o sentimento expresso no rosto de alguns militantes lembrava um desejo reprimido nos últimos quatro anos. Isso porque pela primeira vez, desde 2008, os paulistanos realizaram uma verdadeira Marcha da Maconha pelas ruas da cidade. Com o respaldo do STF o debate sobre a legalização pode, enfim, ser expresso de forma política, artística e livre.
Olá, queridos leitores. O post de hoje vai tratar de um estudo que oferece a maconha como possível remédio ao avanço da AIDS. O estudo foi publicado pelo AIDS Research and Human Retroviruses, nesta semana e para entender melhor o processo da pesquisa com macacos, leia a seguir:

presidente americano Al Gore, tentando contextualizar o mundo a respeito do aquecimento, em contra partida muitos outros docs foram produzidos, incentivados pelo próprio governo americano para contradizer o mesmo. A opinião fica por conta de cada um. Não tem maconha, mas fortalecer sua opinião a esse respeito é a maior onda. Assista:
"The Only Band that Matters", ou "A única banda que importa". É assim que o The Clash era conhecido por seus fãs, que ainda hoje repetem este bordão, para evidenciar a singularidade de uma das bandas de punk rock britânico mais conhecidas e mais influentes na cena. Inicialmente formado por Joe Strummer, Mick Jones, Paul Simonon e Terry Chimes, o The Clash fez parte da formação do punk rock, sendo uma das primeiras bandas a receberem este rótulo, em paralelo ao Ramones e Sex Pistols.
O álbum Uprising se tornou um hit instantâneo após seu lançamento em maio. no mesmo mês, o grupo saiu para a turnê Tuff Gong do álbum Uprising. Eles passaram seis semanas na Europa, tocando para mais de um milhão de fãs. enquanto isso, uma das faixas do disco, "Could You Be Loved", se tornou um hit mundial.

































